claramente que o tempo passa mais devagar...
que o pc da empresa fica obrigatoriamente mais lento, tal como a net que entra em modo conta-gotas.
que certamente não me apanham em frente a um computador nos próximos dois dias!
que pouco trabalho se adianta numa sexta-feira de agosto...
que o patrão já poderia ter dado a fuga, há muito tempo. e por arrasto eu também lhe seguiria o exemplo!
que detesto fazer compras no minipreço, pois alguns mais parecem uma loja de chineses, onde metade das marcas são de origem no mínimo duvidosa.
que estou com três cafés em cima e ainda nem 4 da tarde são (mas quem me obriga a trabalhar na véspera noite fora, não é?)
as situações mais interessantes acontecem quando menos se espera, mas sempre à noite!
os espanhóis são um povo com uma mentalidade muito à frente, sobretudo quando estão com uns copos a mais!
sem música não funcionava hoje!
daqui a umas horas estarei a caminho da régua, para um fim de semana longe da "civilização" com alguns amigos.
continuo a detestar que me ignorem (mas esta aplica-se a todos os dias)
... se precisarem de mim esqueçam! não estou cá!
5 de agosto de 2011
3 de agosto de 2011
2 de agosto de 2011
good music is forever...
regardless of time passing, there are songs that hold a tremendous quality. time can go by them, maybe 40, 50 or even 100 years, but what is really good, will always be somewhat immortal.
amália rodrigues's voice is a clear sign of the immortality, genius of her person itself, and of course it's own music. recently, portugal has seen the emergence of a new band, which took the song barco negro (originally from amália), and gave it a new electro-pop sound and interpretation. the name is amor electro.
the most interesting to me, is the fact that this new interpretation, is something genuinely portuguese, just like the original was 40 years ago.
just listen...
amália rodrigues's voice is a clear sign of the immortality, genius of her person itself, and of course it's own music. recently, portugal has seen the emergence of a new band, which took the song barco negro (originally from amália), and gave it a new electro-pop sound and interpretation. the name is amor electro.
the most interesting to me, is the fact that this new interpretation, is something genuinely portuguese, just like the original was 40 years ago.
just listen...
1 de agosto de 2011
evidência como consequência...
as designadas redes sociais primam pela liberdade que permitem aos seus utilizadores, com o poder da palavra. muitos são aqueles que ali (nas plataformas sociais), colocam detalhes e pormenores das suas vidas, viagens, relacionamentos e demais motivações/preocupações pessoais. para alguns, os que mais dependem desta forma de comunicação, estas plataformas começam a substituir o simples acto da comunicação com as pessoas, muitas vezes mesmo com as pessoas que lhes são mais próximas. este distanciamento, que se vai cavando a cada "post" ou partilha, tem natural tendência para passar para o plano do real. os relacionamentos que efectivamente nos interessam, começam a ser tratados da mesma forma do que aqueles conhecidos do passado que vai sendo a nossa vida. digamos que passamos a nutrir um distanciamento equidistante de cada uma das pessoas na nossa lista de contactos, independentemente do nosso grau de afinidade com cada um dos indivíduos.
é com naturalidade que nos deixamos absorver por este vício virtual, cultivando relações de proximidade-distanciamento (ligadas apenas e só porque gostamos desta ou daquela foto/link/comentário), enquanto vamos remetendo para um canto as verdadeiras relações que alcançámos ao longo do nosso percurso de vida. não me espanta que o distanciamento se vá alargando sem que o emissor se aperceba desse mesmo facto. curioso é ainda reparar que por vezes - e sempre que algo foge aos nossos planos ou desígnios pessoais -, seja utilizado esse mesmo meio de comunicação, para confrontar as supostas afinidades importantes da nossa vida! mas isto é fruto desse tratamento indiferenciado que tanto cultivamos nas redes sociais, no fundo uma consequência das opções de cada um. no limite, e como já não estamos habituados a falar cara-a-cara com as pessoas, procuramos refúgio no mundo virtual (onde certamente teremos sempre quem nos dê alguns "like" por esse nosso desagrado). que contente o ego e nos dê uma falsa sensação de proximidade com alguns, mas eu continuo a preferir um beijo ou um abraço...
como resultado desta mesma postura, devemos pois render-mo-nos à evidência das consequências dos nossos actos.
é com naturalidade que nos deixamos absorver por este vício virtual, cultivando relações de proximidade-distanciamento (ligadas apenas e só porque gostamos desta ou daquela foto/link/comentário), enquanto vamos remetendo para um canto as verdadeiras relações que alcançámos ao longo do nosso percurso de vida. não me espanta que o distanciamento se vá alargando sem que o emissor se aperceba desse mesmo facto. curioso é ainda reparar que por vezes - e sempre que algo foge aos nossos planos ou desígnios pessoais -, seja utilizado esse mesmo meio de comunicação, para confrontar as supostas afinidades importantes da nossa vida! mas isto é fruto desse tratamento indiferenciado que tanto cultivamos nas redes sociais, no fundo uma consequência das opções de cada um. no limite, e como já não estamos habituados a falar cara-a-cara com as pessoas, procuramos refúgio no mundo virtual (onde certamente teremos sempre quem nos dê alguns "like" por esse nosso desagrado). que contente o ego e nos dê uma falsa sensação de proximidade com alguns, mas eu continuo a preferir um beijo ou um abraço...
como resultado desta mesma postura, devemos pois render-mo-nos à evidência das consequências dos nossos actos.
29 de julho de 2011
28 de julho de 2011
por vezes...
...percebo que a vida me escapa por entre os dedos das mãos...
detesto lembrar-me desse mesmo facto!
até amanhã...
detesto lembrar-me desse mesmo facto!
até amanhã...
22 de julho de 2011
17 de julho de 2011
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