29 de julho de 2009

dia 1 - paredes de coura

acabado de chegar ao festival de paredes de coura, para a edição deste ano, já instalado confortavelmente em cristelo, onde o drama é apenas a banda larga ser muito estreita. coisas diferentes? não existem cães, mas a título de compensação, tenho uma gata que não me largou enquanto não lhe dei de comer. o campo tem destas coisas boas... as moscas essas, ainda se desviam das fitas e fazem tangentes nos nossos ouvidos! putas portanto.

o alinhamento do festival paredes de coura para 2009 faz-nos lembrar que já vimos cartazes bem mais sonantes do que este mas, e sempre que isto acontece, as coisas acabam por ser bem mais interessantes do que se podia esperar. a ver vamos...
no entanto, as coisas também parecem não ajudar, como seja o tempo a ameaçar chuva ou as actuações do primeiro dia que passaram todas para o palco secundário... o nome da noite deverá ser patrick wolf, assim de repente ainda só gosto deste hard times, mas a personagem é provavelmente demasiado expansiva, vamos ver... o môço toca antes dos bons rapazes da antena 3, que aqui aparecem este ano para nos dar música (como fâ incondicional de álvaro costa e miguel quintão, aguardo curioso). sean riley and the slowriders e the strange boys, abrem as hostes da edição deste ano a partir das 22h.


(a continuar mais tarde...)

2 comentários:

A efervescência da mente. disse...

"Paredes de Coura, um festival sentimentalista." - Este foi o artigo que padeceu na primeira página do Público em que se ajuntava o seu cartaz dos concertos de todo o festiva.

Em minha opinião com certeza um festival nunca perdível o qual já é o terceiro ano do meu conhecimento que falho.

Se for o "arquinimigo de Vilar de Mouros", hoje em dia este já perdia aos pontos. Se a chuva fosse "um dos elementos prejudiciais da atracção da clientela ao festival", este nunca seria o mesmo com o mesmo espírito no qual a jornalista do artigo no P2 o fala de "sentimentalista", mas muito mais lá é dito no escrito.

Ao saber hoje então com a leitura por ter comprado o jornal de forma fortuita, tivemos telepatia: Patrick Wolf foi aquele que me despertou curiosidade. Estava para fazer um trabalho de pesquisa, pois nunca o ouvi, ao chegar a casa, mas com certeza não o precisava de o fazer, uma vez contando com a qualidade mediática e "on field", ou "live in steroids" informativa deste blogue de um dos historiadores de arte mais conceituados deste país o qual se deve bater a pala.

Diverte-te mesmo e usufrui como sempre, são os meus desejos como sabes também sempre sinceros! Um grande abraço.

Depois "conta como foi"! ;P

A efervescência da mente. disse...

Ah, esqueci ainda por ventura referir a foto na página do artigo que alerta uma das arenas de estilo gregas, lusitanas, mais dignas de se assistir à classificada primeira arte do mundo proveitosa do nosso tempo de "sangue na guelra" a que denominamos de contemporânea, e será demarcada, eterna e inevitavelmente o nosso tempo.

...Em relação ao facto de teres referido as vantagens de se viver no campo...

:)